Falar mal é bem mais fácil que falar bem.
Isso é comprovado por pesquisas. Ontem durante a aula de Comportamento do Consumidor, o professor deu vários exemplos da importância da propaganda boca-a-boca, ferramenta variável de mercado, que contibui muito na tomada de decisões de consumidores que não conhecem um produto ou serviço. A busca por informações sobre a futura aquisição pode ser decisiva na tomada de decisão. Alguns autores até apresentam sugestões de como contribuir para um bom boca-a-boca: amostra para os influentes (presentear pessoas influentes da sociedade com seu produto ou serviço) e torcer para que ele adore, claro (risos); recompensar as pessoas que falam positivamente da sua empresa (ainda que façam isso só para ganhar os prêmios...risos), e a mais importante de todas: OUVIR O QUE O SEU CLIENTE TEM A DIZER.
O fato de um consumidor querer falar, mesmo que seja uma reclamação, é algo que certamente irá fazer uma grande diferença, para você, que poderá detectar um erro e corrigí-lo e para ele, que terá seu problema solucionado (creio eu) e sairá satisfeito e não mais falará mal de sua empresa.
O mais impressionante é: para cada 1 pessoa que fala bem, uma única faz algum comentário e para cada 1 que fala mal, 10 outras fazem comentário. Ou seja: Se tem 10 a teu favor, tem 100 tentando te derrubar. A grande sacada é trabalhar pensando em seu cliente, deixá-lo feliz, satisfeito, confiante. E torná-lo fiel não é impossível. Requer trabalho, dedicação e principalmente humildade. Lembre-se: temos 2 orelhas e 1 boca, conclui-se que, ouvir é mais importante.
A tal frase: Falem mal mas falem de mim, não serve mais. Ser lembrado negativamente é muito ruim, seja num mercado competitivo, seja na cabeça de um ex-namorado, seja na escola. Se for para falar de mim, que seja bem... ou então, faça-me um favor: me esqueça!
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